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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/24066| Tipo: | Dissertação |
| Título: | Variabilidade comportamental negativamente reforçada em humanos sob contingências de esquiva |
| Título(s) alternativo(s): | Behavioral variability negatively reinforced in humans under avoidance contingencies |
| Autor(es): | Voltolim, João Gabriel |
| Primeiro Orientador: | Micheletto, Nilza |
| Resumo: | A variabilidade comportamental tem sido investigada por meio de procedimentos em que unidades variadas produzem reforçamento em uma condição, enquanto outra condição mantém a mesma intermitência de reforçamento, mas exige apenas a emissão das unidades, sem a necessidade de variação. A literatura conta com uma ampla investigação desse fenômeno sob contingências de reforçamento positivo, mas é escassa no estudo sob contingências de reforçamento negativo. Dentre os poucos estudos que investigaram esse fenômeno sob contingências de reforçamento negativo, não foi identificado nenhum trabalho que tenha utilizado procedimentos de esquiva com participantes humanos. Assim, a presente pesquisa teve como objetivo investigar a aquisição e manutenção de variabilidade comportamental sob contingências de esquiva em participantes humanos. Para tal, 5 estudantes universitários participaram de um procedimento que contou com três fases: CRF, VAR e ACO. Na primeira fase, unidades compostas por quatro respostas de pressionar as teclas Q e P de um computador evitavam a perda de pontos em um esquema de reforçamento contínuo (CRF). Na Fase VAR, a perda de pontos era evitada com a emissão de uma unidade que diferisse das cinco últimas unidades emitidas (esquema de reforçamento Lag 5). Na Fase ACO, a intermitência de reforçamento era semelhante à obtida na Fase VAR e a variação era permitida, mas não era exigida. Os dados de proporção de tentativas reforçadas e de latência das unidades reforçadas mostraram que houve aprendizagem e manutenção da resposta de esquiva durante todo o procedimento. Para todos os participantes, houve aumento na Fase VAR dos níveis de variabilidade aferidos pelo valor U, ainda que o valor arbitrariamente definido na área como indicativo de variabilidade comportamental (0,8) não tenha sido atingido em quatro casos. A análise da metade final da Fase VAR indicou valores entre 0,78 e 0,86 para três participantes. Com a introdução da Fase ACO, três participantes (P1, P2 e P3) apresentaram queda nessa medida e dois participantes (P4 e P5) não apresentaram mudança. A análise apenas da metade final da Fase ACO, porém, indicou queda no valor U para todos os participantes. O controle da intermitência do reforçamento foi eficaz ao demonstrar leves aumentos de 1 a 4 pontos percentuais na Fase ACO em comparação com a Fase VAR. A análise do número de diferentes unidades emitidas e da distribuição da frequência relativa de cada unidade comportamental também forneceu indícios do aumento na variabilidade comportamental com a introdução da exigência de variação na Fase VAR. Esses resultados sugerem o controle operante da variabilidade comportamental sob contingências de esquiva com participantes humanos |
| Abstract: | The behavioral variability has been investigated through procedures in which varied units produce reinforcement in one condition, while another condition maintains the same intermittency of reinforcement, but requires only the emission of the units, without the need for variation. The literature has a wide investigation of this phenomenon under positive reinforcement contingencies, but it’s scarce in the study under negative reinforcement contingencies. Among the few studies that investigated this phenomenon under negative reinforcement contingencies, no work has been identified that has used avoidance procedures with human participants. Therefore, this research aimed to investigate the acquisition and maintenance of behavioral variability under avoidance contingencies in human participants. To this end, 5 university students participated in a procedure that included three phases: CRF, VAR and ACO. In the first phase, units composed of four responses of pressing the Q and P keys of a computer avoided the loss of points in a continuous reinforcement schedule (CRF). In the VAR Phase, the loss of points was avoided by emitting a unit that differed from the last five units emitted (Lag 5 reinforcement schedule). In the ACO Phase, the intermittency of reinforcement was similar to that obtained in the VAR Phase and the variation was allowed, but was not required. The data of the proportion of reinforced attempts and latency of the reinforced units showed that there was learning and maintenance of the avoidance response throughout all the procedure. For all participants, there was an increase in the VAR Phase in the levels of variability ascertained by the U value, although the arbitrarily value defined in the area as indicative of behavioral variability (0,8) has not been reached in four cases. The analysis of the final half of the VAR phase indicated values between 0,78 and 0,86 for three participants. With the introduction of the ACO Phase, three participants (P1, P2 and P3) showed a decrease in this measure and two participants (P4 and P5) showed no change. The analysis of only the final half of the ACO Phase, however, indicated a drop in the U value for all participants. The control of the intermittency of reinforcement was effective in demonstrating slight increases of 1 to 4 percentage points in the ACO Phase compared to the VAR Phase. The analysis of the number of different units emitted and the distribution of the relative frequency of each behavioral unit also provided evidence of the increase in behavioral variability with the introduction of the variation requirement in the VAR Phase. These results suggest the operant control of behavioral variability under avoidance contingencies with human participants |
| Palavras-chave: | Avaliação do comportamento Esquiva (Psicologia) Psicologia experimental no homem Behavioral assessment Avoidance (Psychology) Human experimentation in psychology |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA EXPERIMENTAL |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo |
| Sigla da Instituição: | PUC-SP |
| metadata.dc.publisher.department: | Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde |
| metadata.dc.publisher.program: | Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento |
| Citação: | Voltolim, João Gabriel. Variabilidade comportamental negativamente reforçada em humanos sob contingências de esquiva. 2021. Dissertação (Mestrado em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2021. |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/24066 |
| Data do documento: | 11-Mar-2021 |
| Aparece nas coleções: | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento |
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