???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/19444
Tipo do documento: Tese
Título: O estatuto da subjetividade do doente na semiótica médica germânica na virada do século XIX
Título(s) alternativo(s): The place of the patient‘s subjective symptoms in german medical semiotics at the turn of the 18th century
Autor: Solon, Luiz Ricardo 
Primeiro orientador: Priven, Silvia Irene Waisse de
Resumo: Começando em meados do século XVIII, na futura Alemanha, a medicina foi palco de um intenso debate sobre a semiótica do binômio doença-doente, que visava integrar o quadro sintomático com a fisiopatologia da doença e a indicação terapêutica. Na década de 1760, ainda em tempos da Aufklärung, ocorreu no campo da crítica literária uma renovação da semiótica, com uma revalorização do signo verbal, incluindo a narrativa do sujeito e suas emoções, fundamentada no antigo principio da mimese - o ut pictura poesis. Simultaneamente, a semiótica médica ensejara um debate semelhante, que se estendeu até o inicio do século XIX, polarizado entre a valorização ou não da dimensão subjetiva do doente. A primeira opção, designada semiótica pragmática ou diagnóstica, privilegiou o signo da doença, enquanto a segunda, adotada por S. Hahnemann, o fundador da homeopatia, privilegiou quase exclusivamente o signo representativo da subjetividade do doente. Um dos elementos conceituais que nutriu o diferencial de cada uma dessas foi o papel atribuído ao médico, se servo ou mestre da força curativa da natureza, o que levou a investigação para os conceitos de doença individual e de verdade interior
Abstract: Starting in the 1750s, Germany served as stage for a strong debate on medical semiotics aiming at integrating the signs and symptoms exhibited by patients with the pathophysiology of disease and therapeutic indications. By the same time, a movement emphasizing the value of the verbal sign emerged within the scope of literary criticism based on the ancient notion of mimesis, i.e., ut pictura poesis. This new approach deeply impregnated the contemporary medical debate until the first decades of the 19th century, resulting in the polar positions: one, known as pragmatic or diagnostic semiotics, prioritized the signs that revealed disease, while the other, advocated by S. Hahnemann, the founder of homeopathy, considered practically the signs representing the subjective symptoms of the patient only. One among the conceptual elements that distinguished between both approaches was the role attributed to the doctor, as either servant or minister of the healing power of nature, which led clinical investigation to the notions of individual disease and internal truth
Palavras-chave: História da Medicina
Semiótica Médica
Subjetividade
History of Medicine
Medical Semiotics
Subjectivity
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DAS CIENCIAS
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência
Citação: Solon, Luiz Ricardo. O estatuto da subjetividade do doente na semiótica médica germânica na virada do século XIX. 2016. 188 f. Tese (Doutorado em História da Ciência) - Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/19444
Data de defesa: 6-Oct-2016
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Luiz Ricardo Solon.pdf1,33 MBAdobe PDFThumbnail

Download/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.