REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Pós-Graduação em Psicologia: Psicologia Clínica
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dc.creatorCosta, Marina de Oliveira-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4464804D9por
dc.contributor.advisor1Naffah Neto, Alfredo-
dc.date.accessioned2016-04-28T20:37:33Z-
dc.date.available2011-01-19-
dc.date.issued2010-12-10-
dc.identifier.citationCosta, Marina de Oliveira. De que cor será sentir? : método psicanalítico na psicose. 2010. 244 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2010.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/14986-
dc.description.resumoRESUMO Esta dissertação se propõe a descrever e problematizar os caminhos tortuosos do método psicanalítico, quando tratamos de pacientes psicóticos em instituição. Procuro compreender, a partir de uma articulação com a literatura, com a poesia e com a pintura, quais as dificuldades de se estabelecer um processo regressivo empenhado no trabalho de resgate de partes cindidas do sujeito, após uma explosão psicótica. O objetivo desse trabalho é ilustrar como a necessidade de uma modificação da técnica, pode se colocar a serviço desse tempo de sustentação, se pudermos reconhecer o papel fundante da imagem na experiência, como linguagem arcaica na problemática precoce, como possibilidade de comunicação e transformação na psicose. Isso inclui a possibilidade de explorarmos esse tempo de holding, sem tornar-se puro manejo e, na verdade, sem perder o nome de psicanálise, como nos disse Winnicott1 em relação ao que, quando e como fazer, a partir da experiência clínica. Através de fragmentos de um caso clínico acompanhado por quase oito anos em instituição psiquiátrica, procura-se compreender a escuta das imagens reveladas pela pintura como um modo de pensar diretamente conectado, não só com os mecanismos e fantasmas inconscientes do analisando, mas com os pontos de fratura em seu funcionamento. Durante o percurso, a associação de imagens emergentes, sustentada pela analista, promove a aproximação de alguns conteúdos profundamente clivados pelo paciente e vai se tornando capaz de preencher a ausência do que não pôde se tornar psíquico. Neste caminho encontro-me acompanhada de diversos autores interessados no campo da análise modificada com pacientes difíceis, como Winnicott e Ferenczi, e na problemática da figurabilidade, tais como Antonino Ferro, Gaetano Benedetti, o casal Botella e René Roussillon, além de autores nacionais pesquisadores desses campos, como Alfredo Naffah Neto, Luis Cláudio Figueiredo, Daniel Kupermann e outros estudiosos do assuntopor
dc.description.abstractThis paper aims to describe and discuss the tortuous paths of the psychoanalytic method when dealing with institutionalized psychotic patients. Starting from a liaison between literature, poetry and painting, the author seeks to understand the difficulties of establishing a regressive process engaged in the work of rescuing the split parts of the self after a psychotic explosion. The purpose of this paper is to illustrate how the need for a modification of the technique can be put at the service of the time of holding, if we able to recognize the fundamental role of image in the experience, as archaic language in early problems, and as a possibility of communication and transformation in psychosis. This includes the possibility of exploring this time of holding, without becoming pure handling and, indeed, without losing the name of psychoanalysis, as Winnicott2 said in relation to what, when and how to do, based on clinical experience. Through fragments of a clinical case treated by the author for almost eight years in a mental institution, she tries to understand the listening of images revealed by painting as a way of thinking directly connected not only to the unconscious mechanisms and fantasies of the person being analyzed, but also with points of fracture in his functioning. Along the way, the association of emerging images, supported by the analyst, promotes the approach of some of the contents deeply cleaved by the patient, who becomes able to fill the absence of that which could not become psychic. On this journey the author found herself accompanied by several authors interested in the field of modified analysis with difficult patients, such as Winnicott and Ferenczi, and in the question of figurability, such as Antonino Ferro, Gaetano Benedetti, the couple Botella and René Roussillon, as well as national authors, researchers in those fields of interest such as Alfredo Naffah Neto, Luis Cláudio Figueiredo, Daniel Kuperman and otherseng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/31343/Marina%20de%20Oliveira%20Costa.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentPsicologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Psicologia: Psicologia Clínicapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAnálise modificadapor
dc.subjectImagempor
dc.subjectFigurabilidadepor
dc.subjectFalso-selfpor
dc.subjectExperiênciapor
dc.subjectModified analysiseng
dc.subjectImageeng
dc.subjectFigurabilityeng
dc.subjectFalse selfeng
dc.subjectExperienceeng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor
dc.titleDe que cor será sentir? : método psicanalítico na psicosepor
dc.typeDissertaçãopor
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