REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia
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Tipo: Dissertação
Título: Voz e stress no cotidiano de professoras disfônicas
Autor(es): Pereira, Luciana Picanço
Primeiro Orientador: Ferreira, Leslie Piccolotto
Resumo: Este estudo teve como objetivo investigar o impacto da voz e os sintomas de stress em um grupo de professoras disfônicas, comparando-os aos achados em grupo controle formado por professoras sem alteração vocal. Métodos: Foram avaliadas 21 professoras com diagnóstico de disfonia na faixa etária de 23 a 41 com média de idade de 33,71 anos. O grupo controle foi composto por 14 professoras que não apresentavam disfonia na faixa etária de 25 a 37 anos com média de idade de 31,54 anos. Para mensurar o impacto da voz foi aplicado o Voice Handicap Index (VHI), proposto por Jacobson et aI. (1997). Para avaliar se a professora possuía sintomas de stress, o tipo desse sintoma (se físico ou psicológico) e a fase do stress em que se encontrava foi utilizado o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL), validado por Lipp e Guevara (1994). Resultados: Os resultados demonstraram que há diferença significativa entre os dois grupos estudados quanto ao impacto da voz, o que significa que as professoras com alterações vocais sentem-se mais impactadas pela suas vozes do que as não disfônicas e que esse impacto é percebido em nível de sintomas físicos do tipo falta de ar e esforço para falar. Os dados obtidos no ISSL demonstraram que 47,6% das professoras com alteração vocal (GPA) não referiram sintomas de stress e 42,9% possuem sinais de stress da fase de resistência. Para o grupo de professoras não disfônicas (GPS), 50% não apresentaram sintomas de stress e 37,7% possuem sinais de stress da fase de resistência. Com relação ao tipo de sintoma apresentado, 42,9% das professoras do GPA e 35,7% do GPS sentem sintomas físicos do stress. Não foi encontrada correlação significativa entre disfonia e presença de stress. Conclusão: O impacto da voz é maior para professoras com disfonia. As professoras de ambos os grupos demonstraram sinais de stress excessivo, mas as professoras com diagnóstico de disfonia não apresentam stress em maior nível do que as professoras sem diagnóstico de disfonia. Não foi encontrada correlação significativa entre stress e alteração vocal
Abstract: This research aimed at lhe investigation of lhe impact of voice and lhe symptoms of stress in a group of dysphonic teachers in contrast to a control group of non-dysphonic teachers. Methods: A number of 21 teachers with dysphonia diagnosis were submitted to questionnaires. Their age ranged from 23 to 41 years old - an average of 33.71 years old. The control group consisted of 14 teachers with no dysphonic diagnosis, with age ranging from 25 to 37 - an average of 31.54 years old. In arder to measure lhe voice impact, lhe Voice Handicap Index (VHI) questionnaire by Jacobson et aI. (1997) was administered to lhe subjects. The Inventaria de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL) questionnaire (Lipp's Stress Symptoms Inventory for Adults*) by Lipp and Guevara (1994) was algo administered so that lhe presence of stress symptoms, lhe type of symptom (physical or psychological) and stress phase could be investigated. Results: The findings revealed that there were statistically significant differences between lhe groups of interest in lhe voice impact. This means that lhe dysphonic teachers felt they were more affected by their voices than lhe non-dysphonic ones and that this impact was perceived in lhe physicallevel such as breathlessness and difficulty when speaking. The ISSL data showed that 47.6% of lhe dysphonic teachers (GPA) did not consider themselves stressed and 42.9% considered themselves to be stressed in lhe resistance phase. In lhe non-dysphonic group (GPS), 50% of lhe teachers did not show stress symptoms and 37.7% considered themselves to be in lhe resistance phase. As to lhe type of symptom, 42.9% of teachers from GPA and 35.7% from GPS felt physical stress symptoms. No statistically significant correlation between dysphonia and lhe presence of stress could be established. Conclusion: Dysphonic teachers had a greater voice impact. Teachers from both groups showed excessiva stress signs, but dysphonic teachers did not show their stress could be considered in a higher leveI. No statistically significant correlation between stress and vocal injury was identified.
Palavras-chave: Docentes
Disfonia
Voz
Stress ocupacional
CNPq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIA
Idioma: por
País: BR
Editor: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da Instituição: PUC-SP
metadata.dc.publisher.department: Fonoaudiologia
metadata.dc.publisher.program: Programa de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologia
Citação: Pereira, Luciana Picanço. Voz e stress no cotidiano de professoras disfônicas. 2003. 98 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2003.
Tipo de Acesso: Acesso Restrito
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12107
Data do documento: 30-Dez-2003
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