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dc.creatorBranco Filho, Armando Francisco-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4734655A8por
dc.contributor.advisor1Ferrara, Lucrécia D'Alessio-
dc.date.accessioned2016-04-26T18:17:48Z-
dc.date.available2009-05-06-
dc.date.issued2005-11-30-
dc.identifier.citationBranco Filho, Armando Francisco. Tipografia: mídia e informação. 2005. 90 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2005.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/5184-
dc.description.resumoEsta pesquisa objetiva investigar a tipografia como manifestação visual sígnica. Enquanto suporte para o verbal,a tipografia se dedica a criar hábitos de percepção no leitor, de modo a tornar automático, naturalizado, acesso ao conteúdo codificado pelo verbal. Daí que, dessa tipografia, chamada livresca, se possa dizer que promove a invisibilidade da materialidade do signo e a própria natureza comunicativa do código tipográfico. Por isso mesmo, investigar a tipografia enquanto signo visuals e estabelece paradoxal ao uso ortodoxo da escrita verbal. Supõe romper com a percepção automatizada do verbal tipográfico para despertar as possibilidades de transmissão de idéias através da imagem da escrita. Nesse sentido, recorda-se os esforços de tensão entre forma e conteúdo no texto escrito, propostos pela tipografia dos movimentos das vanguardas artísticas do início do século 20, em especial pelo Concretismo Russo. Com a apropriação da atividade tipográfica a partir do repertório da forma artística, a tipografia moderna transformou-se em jogo estrutural da aparência do texto sendo determinada pelo conteúdo codificado verbalmente: "a forma segue a função". Como resultado, a visualidade tipográfica passava a ser elemento ativo da codificação da mensagem. Já para a realidade contemporânea da produção digital essa visualidade parece não mais se estruturar apenas no verbal, mas é determinada pelo atrito dos mais variados códigos no espaço de veiculação, determinando, ao mesmo tempo, uma visualidade aos meios de comunicação em que é veiculada. Uma tipografia, portanto, que ultrapassa sua função utilitária de suporte para ser mídia de informação. Assim, esta pesquisa orienta-se na hipótese de uma possível semiotização do espaço, no qual a tipografia ultrapassa sua anterior condição estrutural para se fazer produto da colisão sistêmica entrevaria dos códigospor
dc.description.abstractThe aim of this researchis to investigate the typography as a visual sign manifestation. As a support to verbal the typography dedicates to create perception habits in the reader to becom automatic, natural the access to the content codified by verbal. This way of traditional typography makes the materiality of the signin visible and the own communicative nature of the typographic code. Because of this, investigating typography as a visual sign becomes paradoxical to the orthodox use of the verbal written language. It supposes break in gup with automate perception of typography as a support for verbal language to ar ou se the possibilities of transmission of ideas through the visual language. In this sense it reminds the tension between shape and content in thewrit ten text proposed by the typography of the artistic vanguard movements of the beginning of the 20 th century, specially the Russian concretism. With the appropriation of the typographic activity from the repertory of the artistic shape, modern typography turned in to as tructuralgame of the look of thetext being determined by the verbal content: shape follows function. As a result the typographic visuality became an active element of the codified message. To contemporary reality of digital production, this visuality seems not to structure it selfany more through verbal. Typographic visuality is determined by several codes in the space of vehiculation but at the sametime it determines the visuality of the mediain which it is vehiculated. This typography surpassits usefulfunction of support to becomea meanof information. Therefore this researchis oriented by the hypothesis of a possible semiotization of space in which typography surpassits previous structural condition to turn into product of systemic collision among severa I codeseng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-04-26T18:17:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Armando Francisco Branco Filho.pdf: 6033002 bytes, checksum: 42ecc3d9b2079d66a8b0920574774669 (MD5) Previous issue date: 2005-11-30eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/13983/Armando%20Francisco%20Branco%20Filho.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentComunicaçãopor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semióticapor
dc.rightsAcesso Restritopor
dc.subjectImpressaopor
dc.subjecttipografiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpor
dc.titleTipografia: mídia e informaçãopor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica

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