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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/42023| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | A problemática do autodiagnóstico em redes sociais |
| Autor(es): | Saporito, Matheus Marsiglia Faustino |
| Primeiro Orientador: | Campos, Ivelise Fortim de |
| Resumo: | O consumo de informações de saúde é um tema presente desde os primórdios da internet. Com ele, surge a questão do autodiagnostico em redes sociais, a partir do acesso de informações de saúde, seja de modo ativo ou passivo, temos uma mudança significativa no contato e impactos de o que seria ter uma condição psicológica. A partir das informações públicas, buscas em canais de textos, vídeos explicativos e de comunidades online, são produzidos conteúdos com caráter diagnosticantes sem restrições nas redes e entre seus usuários. Esta realidade pode promover diversas questões, sejam na saúde física ou mental nas pessoas que tem acesso a estas informações, evidenciando potenciais paranoicos, depressivos e ansiogênicos para quem está exposto a esta realidade. Ademais, é necessário o entendimento do que são as identidades dentro destas comunidades e os motivos dessa não-procura por profissionais de saúde devidamente capacitados. A pesquisa teve o objetivo analisar o consumo de informações de saúde mental que ocorrem na plataforma Tik Tok, ainda explorando de forma mais específica: as consequências do consumo de informações na perspectiva do “filtro bolha”; a aferição de autodiagnóstico na plataforma Tik Tok; o impacto que estes conteúdos produzem na saúde mental, principalmente nos sintomas de ansiedade e depressão. Para tornar a pesquisa possível foi desenvolvido um pequeno questionário na plataforma Google Forms, disponibilizado por um período de três semanas. As respostas validas são as pertencentes as pessoas que estejam entre os 18 e 26 anos que utilizem o aplicativo Tik Tok pelo menos três vezes na semana e tenham contato com informações de saúde mental na plataforma. Os resultados da pesquisa apresentaram um parecer parcial sobre a realidade exposta anteriormente, se pode observar que 85,3% da amostra recebia informações passivamente, sendo a estes conteúdos majoritariamente referentes de conselhos, memes e curiosidades. É importante ressaltar que 47% dos participantes checam as informações recebidas, o que é maior que o esperado previamente e apenas 24,5% do total tomaram atitudes de saúde mental baseado nas informações consumidas. Por último, foi evidenciado que apenas 14,7% nunca sentiram sintomas de ansiedade ao consumirem tais conteúdos |
| Palavras-chave: | Autodiagnóstico Cibercondria Tik Tok Consumo de informações de saúde |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo |
| Sigla da Instituição: | PUC-SP |
| metadata.dc.publisher.department: | Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde |
| metadata.dc.publisher.program: | Graduação em Psicologia |
| Citação: | Saporito, Matheus Marsiglia Faustino. A problemática do autodiagnóstico em redes sociais. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) - Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2024. |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/42023 |
| Data do documento: | 6-Mar-2024 |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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