REPOSITORIO PUCSP Monografias Lato Sensu (Especialização e MBA) Monografias Lato Sensu (em Processamento)
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dc.creatorCarvalho Junior, Agenor
dc.contributor.advisor1Guzzo, Maria Auxiliadora Dias
dc.date.accessioned2023-08-29T13:17:23Z-
dc.date.available2023-08-29T13:17:23Z-
dc.date.issued2014-09-08
dc.identifier.citationCarvalho Junior, Agenor. Relação aprendiz e empregador: um comparativo entre as décadas de 1950 e os anos 2000. 2014. Monografia de Especialização (Especialização em História, Sociedade e Cultura) - Faculdade de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/37953-
dc.description.resumoO prévio levantamento de dados, aqui presente, pretende aprofundar-se, num próximo momento, no conhecimento da relação entre Aprendizes e Empregadores. Em princípio, aborda-se a questão entre as décadas de 1950 e 1980, já que é nesse período que a Cidade de São Paulo tem um crescimento das grandes fábricas, especialmente as automotivas. Esses levantamentos de documentações sobre as Leis de Aprendizagem em seu contexto histórico desembocam nos anos subsequentes de 2000 e para maior precisão, no ano de 2005, já que nesse ano foi ampliada a Lei 10.097 (do ano 2000) pelo Decreto Federal número 5598 (do ano de 2005), que regulamenta o trabalho para o Jovem Aprendiz em empresas de médio e grande porte. O que mudou nesta relação, como a sociedade a acolheu, e o que se falou sobre as mudanças, é o objeto de discussão deste trabalho. A inserção no mercado de trabalho dos adolescentes entre 15 e 17 anos não é muito atual. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA no Brasil 1990) “É proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. (Nova redação dada, conforme Emenda Constitucional n. 20 de 16/12/98).” Mas, adolescente, na condição de trabalho como aprendiz é um fenômeno mais urbano, embora não primordialmente. Há relatos pessoais e históricos de crianças que trabalhavam nas lavouras de fazendas em regiões totalmente rurais. Pretende-se neste estudo, contudo, deter-se à região urbana, especificamente na Cidade de São Paulo, através de entrevistas com alguns jovens, que acompanhamos por mais de um ano em uma ONG no centro dessa Capital, que trabalha especificamente com Aprendizes, os “inserindo” em várias empresas da capital paulista. Com as pesquisas, pudemos mensurar o grau de cansaço e estresse desses jovens, avaliando como se sentem distantes e sem referencial, dentro das empresas que frequentam na condição de aprendizespt_BR
dc.description.abstractThe previous survey data, present here, wants to deepen in the near time to know the relationship between Employers and Apprentices. To begin with, between the 50's and 80's, as it is during these years the city of São Paulo has a large growth of industries, especially automotive. These documentation surveys based on the Laws of Learning in its historical context culminate in subsequent years around 2000s and for greater accuracy, the year 2005, as it is this year expands the law 10,097 (year 2000) by Federal Decree number number 5598 (in 2005), which regulates work for the Young Apprentice in medium and large companies. What changed in this relationship and how society accepted and what is talked about changes is chat we intend to discuss in this paper. The insertion in the job market for teenagers between 15 and 17 years is not so current. According to the Statute of the Child and Adolescent (ECA in Brazil 1990) "any work for minors under 16, except as an apprentice from the age of 14, is prohibited, (as constitutional amendment. 20, 12.16.98.But teenagers in working condition as an apprentice is a more urban phenomenon, although not primarily. . There are personal and historical reports of children working in the fields of farms in rural areas, but in this study we intend to focus onto the urban area, specifically in the city of São Paulo. Through interviews with some young people that we have been accompanied for more than a year at the center of an NGO that works specifically with apprectices in the central part of São Paulo Capital throughout many companies in São Paulo. The polls can measure the degree of tiredness and stress and how these young people, as apprenctices, feel apart and without a guideline that at least companies should provideen_US
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Sociaispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsPUC-SPpt_BR
dc.publisher.programEspecialização em História, Sociedade e Culturapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectAprendizpt_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.subjectTutorpt_BR
dc.subjectEmpregador e trabalhopt_BR
dc.subjectApprenticeen_US
dc.subjectTeenageren_US
dc.subjectTutoren_US
dc.subjectEmployer and worken_US
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpt_BR
dc.titleRelação aprendiz e empregador: um comparativo entre as décadas de 1950 e os anos 2000pt_BR
dc.typeMonografia de Especializaçãopt_BR
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