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Título: Tupy, or not tupy that is the question
Autor: Mendes, Paula Monteiro
Primeiro orientador: Duarte, Josias Abdalla
Resumo: Este artigo tem como finalidade estudar o imaginário que tantas vezes foi revisitado e continua presente com a necessidade que temos de entendê-lo, interpretá-lo e a partir dele encontrar respostas para questões atuais) dos intelectuais brasileiros e dos que pensaram o Brasil, acerca dos povos indígenas, ou seja, os povos nativos das terras brasileiras. Para tanto, resolvi analisar três modelos exemplares em que tais povos são colocados em evidência: a carta de Pero Vaz de Caminha, escrita em 1500; o Romantismo, movimento artístico e literário (que no Brasil ocorreu no século XIX), tomando como modelo o índio Peri, personagem do livro O Guarani , de José de Alencar, um dos símbolos indígenas mais adotados pelos intelectuais românticos, e por fim, o começo do século XX e a visão de Oswald de Andrade, em um de seus manifestos que praticamente deu início ao movimento a que chamamos Modernista . É muito interessante perceber como um mesmo episódio, um mesmo povo , uma mesma cultura podem ser revisitados tantas vezes e com perspectivas tão diferentes em um período de cerca de 420 anos. Um mesmo ponto de partida, como a carta de Pero Vaz de Caminha, pode ter significados bastante diversos, que dependem da intenção que se tem, do que se quer provar e de que ideais se quer defender. Veremos como em cada um destes episódios, destes textos literários o índio vai simbolizar algo distinto. A partir da Carta de Pero Vaz de Caminha, que inicialmente propõe-se a afirmar a passividade do índio em relação a seus colonizadores, do índio que estava aguardando a catequização, José de Alencar e Oswald, partindo de um nacionalismo, de uma valorização do brasileiro , criam imagens totalmente distintas de uma suposta mesma figura . Vítima, resistente, cavaleiro. Nestes três períodos pontuais, o imaginário brasileiro se apossou da figura do índio e a utilizou como base para defender ideias, ideais e pontos de vista. Esta figura (que nunca teve voz, muito menos teve uma participação ativa neste processo) atendeu às necessidades de cada sociedade para o seu ideário, a sua utopia
Palavras-chave: Índio
Imaginário cultural
O imaginario
Povos indigenas
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS
Idioma: por
País: BR
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Cogeae Lato Sensu - M
Programa: Cogeae Lato Sensu - M
Citação: Mendes, Paula Monteiro. Tupy, or not tupy that is the question. 2009. 21 f. (Mestrado em Cogeae Lato Sensu - M) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2009.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/3184
Data de defesa: 29-Aug-2009
Appears in Collections:Lato Sensu (Especialização e MBA - COGEAE)

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