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Tipo do documento: Tese
Título: Guy Debord e a nova fase do espetáculo
Título(s) alternativo(s): Guy Debord and the new stage of the spectacle
Autor: Bueno, Douglas Aparecido
Primeiro orientador: Valverde, Antonio Jose Romera
Resumo: A tese analisa a teoria do espetáculo de Guy Debord sob a égide de suas influências filosóficas, colocando em relevo as suas principais contribuições para a análise e superação do espetáculo. O espetáculo, para Debord, é uma relação alienada para a construção social e histórica, que sobrepuja a crítica da mídia, tal como é comumente assumido. A tese revela que a teoria do espetáculo, em sua origem, é uma reflexão filosófica sobre o tempo da história, e à luz dessa hermenêutica, interpreta a própria teoria nessa base. Analisar a teoria do espetáculo, sob o foco das ideias de tempo e história, oferece um caminho para se estudar o marxismo hegeliano de Guy Debord. O marxismo hegeliano de Debord se conecta, na tese, aos seus interesses teórico-filosoficos nos conceitos de estratégia e jogo, a partir dos princípios existênciais e com fundamento nestes temas, investiga e teoriza a práxis, a ação política no tempo e na história social como meios para se superar o espetáculo. Por outro lado, na medida em que se delimita a teoria sobre esse recorte epistemológico, ficam aparentes suas deficiências. A teoria do espetáculo está baseada na separação unificada das ações do sujeito histórico-social e na interpretação social sob a mesma rubrica, que por sua vez, substitui a análise marxiana do capital como uma relação social antagonica, em detrimento da oposição abstrata entre a consciência homogeneizada e alienada da história e do mundo. Muito embora essa vertente teorica, aparentemente, seja problemática, as noções de subjetividade, tempo e história assumem papel relevante para a análise social. Colocando em relevo as posições de Guy Debord de que toda ação social, bem como toda teoria devem ser analisadas como intervenções estratégicas, além de que toda teoria deve ser um convite à sua superação, a tese reveste-se do marxismo hegeliano de Debord para sugerir que a teoria do espetáculo é um momento sui generis dentro de uma concepção de ação histórica. Isso quer dizer que toda a teoria de Debord proporciona um modelo de vontade política coletiva, e sugere uma reflexão sobre a possibilidade dessa hermenêutica ser desenvolvida
Abstract: The thesis deals with the spectacle of Guy Debord theory under the aegis of its artistic, political and philosophical influences, putting in relief their main contributions to the analysis and overcoming of the spectacle. The spectacle, to Debord, is a relationship alienated for social and historical construction, which overcomes the media criticism, as is commonly assumed. The thesis reveals that the theory of the spectacle, in its origin, is a philosophical reflection on the story time, and in the light of hermeneutics interprets own theory on that basis. Analyze the theory of the spectacle, from the standpoint of time and story ideas, it offers a way to resolve the hegelian marxism of Guy Debord. The hegelian marxism Debord connects, in theory, its theoretical and philosophical interests in the concepts of strategy, chance and play, from the existential principles and based on these issues, investigates and theorizes the practice, political action in time and social history as a means to overcome the spectacle, or give you a new phase. Furthermore, to the extent that delimits the theory of this epistemological framework, it is apparent deficiencies. The theory of the spectacle is based on the unified separation of the actions of the subject (historical and social) and social interpretation under the same heading, which in turn replaces the Marxian analysis of capital as an antagonistic social relationship rather than the abstract opposition between homogenized and alienated consciousness of history and the world. Although this aspect apparently theoretical problem is, the notions of subjectivity, time and history significant role for social analysis. Putting in relief the Guy Debord’s position that all social action and every theory must be considered as strategic interventions, and that every theory must be an invitation to overcome them, the thesis takes up the hegelian marxism Debord to suggest spectacle that the theory is a sui generis moment within a historical action design. This means that all Debord’s theory provides a collective political will model and suggests a reflection on the possibility of this hermeneutic be developed
Palavras-chave: Debord, Guy [1931-1994]
Espetáculo
Mudança social
Mercadoria
Spectacle
Merchandise
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia
Citação: Bueno, Douglas Aparecido. Guy Debord e a nova fase do espetáculo. 2017. 236 f. Tese (Doutorado em Filosofia) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2017. .
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/20108
Data de defesa: 11-May-2017
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia

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