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Tipo do documento: Tese
Título: Improvisação dança cognição: os processos de comunicação no corpo
Autor: Martins, Cleide
Primeiro orientador: Katz, Helena Tânia
Resumo: Esta tese se estrutura a partir da hipótese de que a improvisação pode ser entendida como um processo de comunicação. Para construí-la, entende que um corpo que dança recebe informações do mundo, informações estas que passam a ser internalizadas pelo corpo que dança. Esse corpo que dança continua a trocar as informações internaIizadas, e que se modificaram, com o mundo. Todo o tempo as trocas são permanentes entre o interno e o externo e é a isso que se chama de CDevolução sistêmica. Por esta razão, a comunicação entre ambiente e corpo se estende ao longo do tempo. O entendimento disso resulta numa outra forma de apresentar as relações dos sujeitos com as coisas do mundo, pois sujeito e mundo perdem seus postos apartados, passando a ser vistos como implicados um no outro. Sujeitos deixam de ser observadores distanciados. A improvisação é capaz de criar, permitir, suportar um sistema complexo que vai ser dito auto-organizativo quando ele mesmo tiver autonomia, criar inovações de maneira coerente. Os novos arranjos e o processo combinatório de ações e movimentos produzidos na improvisação nos permitem conhecer e aprender com os nossos corpos. Para consolidar esta proposta de comunicação, as explicações dinamicistas de Esther Thelen, Timothy van Gelder e Robert Port são centrais. E a perspectiva sistêmica de Mario Bunge, a moldura indicada
Abstract: This work is structured on the hypothesis that improvisation is a communication processo For the construction of this hypothesis, its understood that a body that dances receives information fIam lhe world, information that comes to be intemalized by the body that dances. This body continues to change the intemalized information -now modified - with the world. All the time the changes between the inner and the outer are permanent. This is what is called systemic co-evolution. For this reason, the communication between environrnent and body is extended in time. The understanding of this process results in another way of presenting the relation of subjects with the things of the world, aTIce subject and world loose their separated positions, and are viewed as implicating one another. Subjects stop being distant observers. The improvisation is capable of creating, permitting, supporting a complex system, which is said to be auto-organized when itself acquires autonomy, creates innovation in a coherent way. New arrangements and the combinatory process of actions and movements produced in lhe improvisation permit us to know and leam with our bodies. To consolidate this proposal of communication, dynamicist explanations of Esther Thelen, Timothy van Gelder, and Robert Port are fundamental, as well as Mario Bunge's systemic perspective is the appropriate framework
Palavras-chave: Improvisacao na danca
Danca
Processos de comunicacao
Cognicao humana
Área(s) do CNPq: CNPQ::
Idioma: por
País: BR
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Comunicação
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica
Citação: Martins, Cleide. Improvisação dança cognição: os processos de comunicação no corpo. 2002. 129 f. Tese (Doutorado em Comunicação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2002.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/18398
Data de defesa: 30-Mar-2002
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica

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