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Tipo do documento: Dissertação
Título: Políticas públicas saudáveis na mídia social: em tempos de promoção de saúde quem se arrisca ser "sedentário assumido"?
Autor: Souto, Ana Cristina Carneiro Fernandes 
Primeiro orientador: Ciampa, Antonio da Costa
Resumo: Dizer que existe uma relação entre a saúde física e a saúde mental não é algo novo. De certo modo, essa idéia já se fazia presente na antiguidade, na expressão mens sana in corpore sano , que sugeria que a saúde seria algo decorrente de um modo de vida equilibrado. Em nosso contexto social e histórico, num outro olhar, o modo de viver é uma questão relevante de Saúde Pública, particularmente, diante das evidências de que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são causa principal de mortalidade e de incapacidade prematuras, na atualidade. Nessa perspectiva, políticas públicas neoliberais têm sustentado a afirmação de que o estilo de vida sedentário, como um produto não desejável da modernidade, é um estilo arriscado que deve ser evitado. Além de motivar a adesão individual e produzir movimentos pró-ativos em relação às prescrições saudáveis, ações promocionais têm gerado outros efeitos e movimentos paradoxais. Diante dessa realidade, essa dissertação da investigação realizada à distância, via internet, combina a exposição dos dados com discussões e reflexões realizadas em duas vertentes: identidade e saúde. Do ponto de vista da identidade, o presente estudo inicia-se enfocando o agrupamento de sedentários assumidos e, aprofunda-se num estudo de caso emblemático. Do ponto de vista da saúde, problematiza-se a ação voluntária de construção da identidade na internet, especificamente, a ação de tornar público um atributo pessoal de valor negativo, como a face sedentária da identidade. A partir dos dados levantados, e das reflexões realizadas, pode-se dizer que: o ativismo na rede social carrega certa possibilidade emancipatória; as ações comunicativas de sedentários assumidos têm a pretensão de validar suas práticas cotidianas, entre pares, e não constituem um movimento de resistência orientado contra as práticas prescritas como saudáveis; sedentários assumidos reproduzem o discurso teórico dominante do movimento promocional; e, finalmente, a partir do estudo de caso pode-se dizer que a identidade pós-convencional é determinante para que a ação comunicativa na rede possa vir a possibilitar a concretização de algumas dimensões do projeto de vida pessoal
Abstract: It is no novelty to say that there exists a relationship between physical and mental health. This idea has been present, since ancient times, in the very expression mens sana in corpore sano , which already suggested that health would be fostered by a balanced way of life. Within our social and historical context, in another view point, the way of life is a relevant Public Health concern, as one faces the evidences that the Chronic Non-communicable Diseases (NCD), constitute the main causes of premature mortality and disability, in most of the countries in our continent, Brazil included. With this perspective, neoliberal public policies, targeted at promoting the construction of healthier lives, underpin the affirmation that a sedentary lifestyle, as a modernity nondesirable byproduct is a risky lifestyle and, thus must be avoided. The promotional movement, besides motivating an individual adhesion and producing proactive movements towards the healthy prescriptions, has generated other effects and paradoxical movements. Facing this reality, the present Master Dissertation, as a textual result of a remotely conducted research, via the internet, combines the data presentation with discussions and reflections performed in two venues: identity and health. From the identity standpoint, the study initiates focusing on a group of assumed sedentary people and deepens into an emblematic case study. On its turn, from de health standpoint, the voluntary action of constructing an identity in the internet is problematized, more specifically, the action of turning public a negatively valued personal attribute, as the sedentary face of the identity. From the collected data and reflections made, it is possible to say that: the activism in a social network carries a certain emancipatory possibility. The communicative actions of the assumed sedentary have the intent to validate the their daily practices, among peers, and they do not indicate a resistance movement directed against the practices prescribed as healthy, in a certain sense the assumed sedentary reproduce the dominant theoretical speech of the health promotional movement. Finally, from de studied case it is possible to say that the human post-conventional identity is determinant on making real certain life project dimensions via communicative action within the net
Palavras-chave: Identidade
Promoção de saúde
Mídia social
Identity
Health promotion
Social media
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA SOCIAL
Idioma: por
País: BR
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Psicologia
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social
Citação: Souto, Ana Cristina Carneiro Fernandes. Políticas públicas saudáveis na mídia social: em tempos de promoção de saúde quem se arrisca ser "sedentário assumido"?. 2010. 110 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2010.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/16906
Data de defesa: 19-Nov-2010
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia: Psicologia Social

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