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dc.creatorLopes, Denise Maria de Queiroz Barbosa-
dc.contributor.advisor1Passos, Maria Consuelo-
dc.date.accessioned2016-04-27T18:12:35Z-
dc.date.available2006-11-30-
dc.date.issued2000-03-30-
dc.identifier.citationLopes, Denise Maria de Queiroz Barbosa. Por que família não colaboradora? : ecos de um fazer fonoaudiológico?. 2000. 108 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2000.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/12196-
dc.description.resumoEste trabalho discute a dificuldade do fonoaudiólogo em lidar com a família e com as resistências que esta apresenta a mudanças de comportamento usualmente sugeridas por esse profissional ao longo do processo terapêutico. O objetivo é investigar quais aspectos estão subjacentes a essa dificuldade de interação; para tanto, foi realizado um levantamento de alguns textos em que fonoaudiólogos se referem ao tema, bem como foram entrevistados dois fonoaudiólogos que manifestaram ter, ou haverem tido, queixas com relação à participação da família no processo terapêutico. Das entrevistas, foram escolhidos os recortes em que o tema em questão foi evidenciado, sendo que a análise dos mesmos procurou detectar quais as concepções que regem a relação do fonoaudiólogo com o grupo familiar. Denise Maria de Queiroz Barbosa Lopes A investigação aponta como conteúdo subjacente às dificuldades na interação do fonoaudiólogo com a família do cliente, entre outros aspectos, problemas estruturais de natureza teórico-metodológica, tais como, ausência de conhecimento teórico sobre família e formação insuficiente no que diz respeito à utilização de recursos terapêuticos fundamentais que auxiliem a compreensão das relações que se estabelecem entre o fonoaudiólogo e a família do cliente. O estudo aponta ser necessário à formação do fonoaudiólogo um referencial teórico-metodológico que contenha a explicação do funcionamento da linguagem nas suas formas patológicas, e que, vendo a linguagem como uma atividade intersubjetiva, vá além das descrições do seu funcionamento orgânico; é necessária, também, a apropriação de um conhecimento teórico sobre concepções de família, sobre os processos que ela vive, as formas como se organiza, os papéis que seus membros desempenham, para que se possa compreender a complexidade de suas relações e as formas peculiares do seu comportamento. O fonoaudiólogo precisa ter acesso a uma formação terapêutica mais consistente, que permita o acesso a recursos que o tornem disponível para a escuta, para a acolhida ao discurso da família, bem como o acesso a estratégias que favoreçam possibilidades de perguntar, de rever hipóteses, de instaurar significados, não apenas para o discurso da família, mas para o seu próprio discursopor
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-04-27T18:12:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_144878.pdf: 425487 bytes, checksum: 6af00078f6e685e3db2a180b7ae7e861 (MD5) Previous issue date: 2000-03-30eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/25127/tese_144878.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentFonoaudiologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologiapor
dc.rightsAcesso Restritopor
dc.subjectFamíliapor
dc.subjectFonoaudiólogospor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.titlePor que família não colaboradora? : ecos de um fazer fonoaudiológico?por
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologia

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